Dia das Crianças na TRIER SISTEMAS

Na quinta-feira, véspera de Dia das Crianças, Chiquinha e Chaves visitaram a TRIER SISTEMAS e distribuíram chocolates para todos os colaboradores, relembrando um pouco do clássico que marcou a infância de muitas pessoas.

 Está curioso para saber como foi? Veja o vídeo logo abaixo:

 

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Marketing TRIER

Homenagem da TRIER SISTEMAS ao Dia da Farmácia

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Marketing TRIER

 

 

 

Dez dicas para administrar melhor o seu tempo.

Um dos maiores desafios de quem tem que manter a produtividade em alta (que é o caso de todos os empreendedores) é administrar bem o tempo e conseguir conciliar o trabalho com a vida pessoal. Existem diversos cursos e livros sobre gerenciamento de tempo, mas o que pode ajudar você a, efetivamente, tirar o máximo proveito do tempo para cuidar do seu negócio?

Para os colunistas do site norte-americano Entrepreneur.com Joe Mathews, Don Debolt e Deb Percival, existem dois tipo de tempo: o tempo do relógio e o tempo real. No primeiro, um minuto tem 60 segundos, um dia tem 24 horas e um ano tem 365 dias. Mas no tempo real, isso é completamente relativo. Ele se arrasta ou voa dependendo do que você está fazendo. Com base nisso, eles pensaram em 10 atitudes que vão fazer o seu tempo render mais.

É tudo relativo

A boa notícia que essa diferença entre tempo do relógio e tempo real traz é que o tempo real, aquele que realmente importa para a nossa produtividade, é mental, ou seja, você o cria e o controla. Como empreendedor, você é afastado de sua atividades constantemente para resolver imprevistos. É praticamente impossível evitar as interrupções, mas você pode controlar quanto tempo irá gastar com elas, e quanto tempo vai dedicar às coisas que realmente importam, seja profissionalmente ou na vida pessoal.

Para fazer isso, pratique as seguintes técnicas:

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Farmácia: Como pagar menos impostos?

No dia 22/08 foi realizado em Lajeado/RS o evento “Farmácia: Como pagar menos impostos?” organizado pela Trier Sistemas e a Automacomm.

Neste evento tivemos como palestrantes o proprietário da Martins Contabilidade, Anderson Martins, onde abordou assunto: planejamento tributário e mudanças na área fiscal, junto a ele, nosso gerente comercial Marcos Schlickmann falou da importância da tecnologia na gestão farmacêutica e o mercado farma.

 

Todo alimento arrecadado no evento foi doado a entidade Centro Nora Oderich Lar Menina.

Nosso SINCERO agradecimento a todos os participantes que colaboraram com sua doação beneficente e para o sucesso do evento, em especial a Sra Virgínia diretora da entidade que nos recebeu nesta manhã (23/08) para a entrega dos alimentos.

Fonte:

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Capacitação profissional passa por boa liderança.

O conferencista Alfredo Rocha fala, em entrevista exclusiva ao Guia da Farmácia, sobre a importância dos líderes no varejo farmacêutico.

 

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Guia da Farmácia entrevista Sérgio Mena Barreto.

O presidente-executivo da Abrafarma fala sobre crescimento do setor.

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Cor e sua influência na farmácia

As cores despertam sensações e definem comportamentos, ou seja, elas são capazes de determinar a permanência ou a fuga de um cliente.

 

A cor é uma sensação visual que envolve uma fonte de luz, objetos coloridos, os olhos e o cérebro de um observador. Sendo capturada pelos olhos e interpretada pelo cérebro, é processada de forma individual, por fatores como a própria condição física do observador. A especialista em varejo, presidente do Instituto de Estudos em Varejo (IEV), Regina Blessa, explica que os olhos captam as cores e a luz que enviam impulsos ao cérebro, que separa o que chama ou não a atenção do consumidor. Ela diz que a cor pode provocar sensações quentes ou frias, apagadas ou efervescentes, neutras ou chamativas. “Nisso tudo também entra o gosto pessoal e as diferenças regionais e culturais. Os impulsos da cor provocam o olhar, isto é, chamam a atenção para lá ou para cá. Ao verificar o que mais lhe interessa, a pessoa sente prazer por gostar ou descarta a ideia, desviando imediatamente o olhar.”

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Tecnologia revolucionando o varejo

Autor: Enio Klein
A evolução da automação comercial no Brasil vem ocorrendo de forma significativa desde a década de 90. Assim como a automação bancária, ela passou a fazer parte da vida das pessoas de tal forma que, para a maior parte delas, passa despercebida. Nos bastidores, contudo, uma série de processos operacionais e de gestão é automatizada, promovendo racionalização nos custos, melhoria dos controles e maior eficiência. No final de cada dia, isso significa lucratividade ao lojista e conforto ao cliente.
A partir da leitura do código de barras das mercadorias até a passagem do cartão de débito ou crédito pelo POS (a popularmente conhecida “maquininha do cartão”), a automação comercial confere aos negócios de hoje mais segurança, mais conforto, flexibilidade e rapidez.  A dinâmica do setor exige que o varejista acompanhe as tendências do mercado e do cliente, cada vez mais exigente quanto a estas questões. Neste sentido, a automação comercial possui um papel fundamental. O setor de franquias, que tem tido um crescimento expressivo, também encontra apoio exatamente na automação comercial para a garantia da padronização e agilidade nos processos.

Merchandising em farmácias e drogarias

Seguindo o exemplo de outros canais de vendas, nos anos 1960 a área fora do balcão começou a aumentar e a ganhar prateleiras, para a exposição de produtos não éticos – talcos, sabonetes, colônias, cremes dentais, escovas dentais, produtos para cabelos e outros que podiam ser vendidos sem prescrição médica. Atrás do balcão, só o farmacêutico e balconistas e um ou outro infeliz que tinha que tomar uma injeção.

A tradição ética manteve os interesses separados. Classicamente, farmácias sempre foram estabelecimentos muito respeitados pela população brasileira, e hoje e sempre os farmacêuticos são figuras tão importantes em nossas comunidades quanto o médico, o prefeito, o delegado, o padre e o pastor. É inconcebível a ideia de um farmacêutico “empurrar” mais medicamentos para aumentar sua receita.

Mas esse formato de loja, que abriu espaço para a venda por autosserviço, que se mantém até hoje, permitiu às farmácias aumentarem seus faturamentos pela venda de produtos não éticos, procurados pelos clientes nas farmácias por vários motivos: maior variedade por causa da especialização; possibilidade de se obter uma orientação do balconista sobre os produtos não éticos, impossível no caso dos supermercados; maior facilidade na compra, devido ao tráfego menor de clientes, e outras vantagens de cunho prático, econômico e até emocional.

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